Quinta-feira, 17 de Março de 2005

Páscoa

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"Fica connosco, Senhor!"


Santa Páscoa 2005

publicado por benedictus às 22:06
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Segunda-feira, 14 de Março de 2005

Monsenhor Joaquim Alves Brás (1899 - 1966)

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«Desejava acrescentar só mais um "a" ao meu nome. Em vez de me chamar Brás, queria ser Brasa, e assim, vós, brasas bem acesas, iríeis pelo mundo fora atear e aquecer todas as almas no fogo de Deus»



Mons. Joaquim Alves Brás



Gostaria de recordar o Mons. Joaquim Alves Brás. Dia 13 deste mês, fez 39 anos da sua partida para Deus. Foi o fundador da obra de S. Zita, do Instituto das Cooperadora da Famílias e do Movimento por um Lar Cristão. Sempre atento às questões sociais, percebeu os graves problemas que afectava as famílias e as dificuldades das empregadas domésticas. O seu processo de beatificação está a decorrer. Esperemos que em breve possamos ter mais um Santo Português.



Oração *



Ó Deus Uno e Trino, que destes ao Vosso servo Joaquim Alves Brás, sacerdote, a graça de viver o seu sacerdócio no amor à SS. Trindade e nas virtudes da Sagrada Família de Nazaré, tornando-se um apóstolo incansável da família cristã, dignai-Vos enaltecer o seu testemunho como modelo para toda a Igreja, para que à imagem da comunhão Trinitária, cresça o amor pelos irmãos mais carenciados e se multiplique o zelo apostólico pela santificação das famílias. Concedei-nos, Senhor, pela intercessão do Vosso servo Joaquim Alves Brás, a graça que Vos pedimos segundo a Vossa vontade e para glória do Vosso nome.



Dados Biográficos *



Mons. Joaquim Alves Brás nasceu a 20 de Março de 1899 em Casegas. Foi baptizado no mesmo dia em que nasceu e recebeu a Ordem de Presbítero em 19 de Julho de 1925. No ano de 1932 fundou a "Obra de Santa Zita ", no ano seguinte, o Instituto Secular das Cooperadoras da Família e, em 1962, o Movimento por um Lar Cristão. Pela sua vida de sacerdote exemplar e pela obra eclesial a favor da família cristã, bem merece ser chamado "o apóstolo da família em Portugal". Dotado de grande força interior, o seu desejo constante era identificar-se com Cristo, mediante a pratica da virtude e do serviço aos irmãos mais desfavorecidos. A Eucaristia era o centro e a raiz do seu zelo pela gloria de Deus. Nutria uma terna e profunda devoção à Santíssima Virgem Maria. Na oração e na penitência encontrou a alegria e a força da sua extraordinária actividade apostólica. Sempre devoto e obediente ao Santo Padre e aos Bispos, a sua vida foi um continuo testemunho de amor à Igreja. O lema das suas Obras soa como um convite a viver segundo Evangelho: "Mãos no trabalho, coração em Deus". Morreu santamente em Lisboa, a 13 de Março de 1966. Está a decorrer o processo da sua beatificação. A quantos receberem graças por intercessão do Servo de Deus, pede-se que enviem relação das mesmas: Postu1ação: Mons. Arnaldo P. Cardoso/ Via Torre Rossa, 68 / 00165 Roma /Tel. 06 – 66048349 Vice Postu1ação: Maria de Fátima C. Baptista /Rua de Santo António à Estrela, 35 / 1399-043 Lisboa / Tel. 21- 3960300



* citação da pagela publicada por ocasião do processo de beatificação

publicado por benedictus às 18:56
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Domingo, 13 de Março de 2005

Cruz

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Na Cruz Deus se reconhece homem


e o homem reconhece o seu Deus.

publicado por benedictus às 10:42
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Sexta-feira, 11 de Março de 2005

Tem piedade de Mim, Senhor!

Crucificado.jpg


Na Via Sacra de hoje, ao olhar para Jesus Cristo Crucificado, só pude dizer: "Jesus, tem compaixão de mim, porque sou pecador". Sim, sou pecador! A cada momento preciso de pedir perdão e converter-me de todo o coração a Deus. A única forma de renascer, é nascer em Cristo. 


"Cria em mim, Ó Deus, um coração puro, renova e dá firmeza ao meu espirito".


Salmo 51, 12.

publicado por benedictus às 22:02
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Quarta-feira, 9 de Março de 2005

No amor está o reconhecimento de Deus

Em tudo o que fazemos, deixamos transparecer um pouco de nós. Nas obras de arte; como a pintura, a musica, poesia; o artista deixa sempre um pouco de si, de tal maneira que podemos reconhecer um certo estilo próprio. Cada um possui um certo estilo que pode ser reconhecido, e que o diferencia de outra pessoa. Não é somente qualquer coisa exterior mas algo interior que é expresso exteriormente. É uma espécie de impressão digital mas interior. A criação deixa transparecer aquilo que Deus é, principalmente o género humano. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus. Todos nós!! Possuímos esse dom dentro de nós, a marca de Deus. Por sua vez os cristãos, pela graça do baptismo são a maior testemunha da presença de Deus no mundo e também nós como artistas temos o nosso estilo que permite aos outros reconhecer aquilo que somos. O nosso estilo é o amor. O nosso estilo de vida é a caridade. Já alguma vez questionamos porquê é que os outros não reconhecem a Deus? Porque não vêm o que nós vemos?


«Filhinhos, já pouco tempo vou estar convosco. Haveis de me procurar, e, assim como Eu disse aos judeus: ‘Para onde Eu for vós não podereis ir’, também agora o digo a vós. Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei. Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos:se vos amardes uns aos outros.» Jo 13, 33.

publicado por benedictus às 14:47
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Sábado, 5 de Março de 2005

Eis que vejo coisas novas!

“Por conseguinte, de agora em diante, não conhecemos ninguém à maneira humana. Ainda que tenhamos conhecido a Cristo desse modo, agora já não o conhecemos assim”. 2Cor 5, 16.


Ver o que está para além da aparência é aproximar-se do mistério. Quem disse que os sentidos são a única forma de conhecimento? "Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo" responde Pedro a Jesus. Pedro à sua frente só via um homem, como tantos outros. Mesmo assim fez esta profissão de fé! "Não foram a carne ou o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu"-  responde Jesus (Mt 16, 16).


Que fonte de sabedoria é esta? Que inspiração? Os olhos não alcançam, mas a fé sim.


Conheçer as coisas à maneira de Deus. O mundo transforma-se em oportunidade de encontro em vez de obstáculo à luz.  

publicado por benedictus às 18:57
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Terça-feira, 1 de Março de 2005

O Homem é aquele que procura a Verdade

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«Por si mesma qualquer verdade, mesmo parcial, se realmente é verdade, apresenta-se como universal e absoluta. Aquilo que é verdadeiro deve ser verdadeiro sempre e para todos. Contudo, para além desta universalidade, o homem procura um absoluto que seja capaz de dar resposta e sentido a toda a sua pesquisa: algo de definitivo, que sirva de fundamento a tudo o mais. Por outras palavras, procura uma explicação definitiva, um valor supremo, para além do qual não existam, nem possam existir, ulteriores perguntas ou apelos. As hipóteses podem seduzir, mas não saciam. Para todos, chega o momento em que, admitam-no ou não, há necessidade de ancorar a existência a uma verdade reconhecida como definitiva, que forneça uma certeza livre de qualquer dúvida» in Fides et Ratio, nº27.
publicado por benedictus às 21:54
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